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sábado, 28 de maio de 2016

Resistência à colistina

E. coli resistente a todos os antimicrobianos foi detectado em doente de 49 anos nos EUA, com infeção do trato urinário. Os investigadores identificam um gene, mcr-1, presente em plasmídeo e que pode ser transferido de bactéria para bactéria. 
Este gene já tinha sido identificado em outras enterobactereaceas em diversas amostras (ambientais, em animais e humanos) de vários países. 
Desde maio 2016 que amostras de  E. coli produtoras de β-lactamases de espectro alargado (ESBL) foram testadas por E-Teste para a resistência à colistina.

A resistência identificada à colistina apresentava uma MIC de 4µg/ml todas as outras amostras do estudo apresentavam MIC  0,25µg/ml.

http://aac.asm.org/content/early/2016/05/25/AAC.01103-16.full.pdf



domingo, 8 de maio de 2016

Precauções Básicas de Controlo de Infeção (PBCI)


As PBCI são de aplicação imediata a todos os doentes independentemente de ser conhecido o seu estado infeccioso. O seu cumprimento reduz o risco de transferência de microrganismos principalmente entre doentes.



quarta-feira, 30 de março de 2016

Segurança do Doente e Resistemcia aos Antibioticos

Infeção Hospitalar nos EUA 2011-2014:


 Enterobacteriaceae resistente aos carbapenems (CRE)  0–27.9% (3.5% nacional)

Staphylococcus aureus resistente à methicillin (MRSA) 32.5–67.8% (46.4% nacional)

P. aeruginosa Multirresistente  3.1–46.9% (14.2% nacional)

Acinetobacter Multirresistente 5.0–88.1% (54.8% nacional)

Enterobacteriaceae produtoras de extended-spectrum β– lactamase (ESBL/BLEA):

  • E. coli: 0–24.4% (13.4% nacional)
  • Klebsiella spp.: 0–73.0% (20.0% nacional)
  • Enterobacter spp.: 15.0–43.2% (28.5% nacional)

Enterococcus resistente à vancomicina (Vancomycin-resistant Enterococcus spp. [VRE]):

  • E. faecium: 38.5–86.5% (77.3% nacional)
  • E. faecalis: 0–17.8% (6.9% nacional)

http://gis.cdc.gov/grasp/PSA/Downloads/ARPatientSafetyAtlas-SummaryofResults.pdf

terça-feira, 29 de março de 2016

Cuidados seguros

O Controlo de Infeção não é responsabilidade do Enfermeiro nem da Equipa de Limpeza.
O Controlo de Infeção e de Resistência aos Antimicrobianos é responsabilidade do Médico, do Enfermeiro, do Assistente Operacional, do Técnico de Diagnóstico e Terapêutica, da Equipa de Limpeza, dos Administradores Hospitalares e de todos os Serviços de Apoio.

É necessário uma mudança de atitude e cada um assumir que as infeções hospitalares existem e que são Nossa responsabilidade. A atitude de equipa é que previne a ocorrência de infeções nas unidades de saúde.

Prevenir a transmissão de microrganismos entre doentes e melhorar a antibioterapia é prestar cuidados mais seguros.