Este documento é um guia de resumo de recomendações para prevenção de infecção em ambulatório. As recomendações incluídas neste documento não são novas, mas sim directrizes baseadas em evidência já produzida. Este guia resumo baseia-se principalmente nos elementos de Precauções Básicas e representa a prevenção de infecção e expectativas para cuidados seguros em ambulatório.
Documento completo em http://www.premierinc.com/safety/topics/guidelines/downloads/Ambulatory-Care-04-2011.pdf
Infeções associadas aos cuidados de saúde (IACS) são infeções, causadas por uma grande variedade de microrganismos, decorrentes da prestação de cuidados de saúde. Este Blog pretende reunir recomendações e noticias relevantes para a prevenção e controlo de infeção.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Prevenção da transmissão de MRSA
As infecções por Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) ocorrem com mais frequência entre os doentes submetidos a procedimentos invasivos (tais como cirurgia, cateterismos ou ventilação).
O MRSA é frequentemente causador de infecções potencialmente perigosos, tais como infecções da corrente sanguínea, infecções do local cirúrgico e pneumonia.
O MRSA dissemina-se facilmente nas unidades de saúde através das mãos dos profissionais de saúde.
As Mãos podem ser contaminadas com a bactéria MRSA após contacto com doentes infectados ou colonizados.
Se não for realizada uma adequada higiene das mãos,
o MRSA pode disseminar-se através das mãos
dos profissionais quando tocarem em outros doentes.
Prevenção da transmissão de MRSA.
Práticas básicas para a prevenção e controlo da transmissão de MRSA: é recomendada para todos os hospitais de agudos.
Componentes de um programa de prevenção da transmissão de MRSA
1.Realizar uma avaliação de risco de MRSA
2.Implementar um programa de monitorização de MRSA
3.Promover o cumprimento das recomendações da Organização Mundial de Saúde para a higiene das mãos
4.Usar precauções de contacto para doentes colonizados ou infectados por MRSA
5.Assegurar a limpeza e desinfecção dos equipamentos e do ambiente
6.Educar os profissionais de saúde acerca do MRSA, incluindo factores de risco, vias de transmissão, as medidas de prevenção e epidemiologia local
7.Implementar um sistema alerta baseado no laboratório que notifique imediatamente.
8.Implementar um sistema de alerta que identifique doentes colonizados ou infectados readmitidos ou transferidos

9.Fornecer informação sobre o MRSA e sobre as medidas a implementar às partes interessadas como médicos e pessoal de enfermagem
10.Educar os doentes e suas famílias sobre a MRSA, conforme a situação.
Abordagens especiais são recomendados para situações que possam sugerir uma ausência de controle efectivo, apesar da implementação de práticas de base.
O MRSA é frequentemente causador de infecções potencialmente perigosos, tais como infecções da corrente sanguínea, infecções do local cirúrgico e pneumonia.
O MRSA dissemina-se facilmente nas unidades de saúde através das mãos dos profissionais de saúde.
As Mãos podem ser contaminadas com a bactéria MRSA após contacto com doentes infectados ou colonizados.
Se não for realizada uma adequada higiene das mãos,
o MRSA pode disseminar-se através das mãos
dos profissionais quando tocarem em outros doentes.
Prevenção da transmissão de MRSA.
Práticas básicas para a prevenção e controlo da transmissão de MRSA: é recomendada para todos os hospitais de agudos.
Componentes de um programa de prevenção da transmissão de MRSA
1.Realizar uma avaliação de risco de MRSA
2.Implementar um programa de monitorização de MRSA
3.Promover o cumprimento das recomendações da Organização Mundial de Saúde para a higiene das mãos
4.Usar precauções de contacto para doentes colonizados ou infectados por MRSA
5.Assegurar a limpeza e desinfecção dos equipamentos e do ambiente
6.Educar os profissionais de saúde acerca do MRSA, incluindo factores de risco, vias de transmissão, as medidas de prevenção e epidemiologia local
7.Implementar um sistema alerta baseado no laboratório que notifique imediatamente.
8.Implementar um sistema de alerta que identifique doentes colonizados ou infectados readmitidos ou transferidos
9.Fornecer informação sobre o MRSA e sobre as medidas a implementar às partes interessadas como médicos e pessoal de enfermagem
10.Educar os doentes e suas famílias sobre a MRSA, conforme a situação.
Abordagens especiais são recomendados para situações que possam sugerir uma ausência de controle efectivo, apesar da implementação de práticas de base.
domingo, 8 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Idosas em risco de algaliação desnecessaria nos serviços de urgência
Muitos dos cateteres urinários colocados nos serviços de urgencia podem não ser necessários.
Os autores avaliaram a utilização da algálias com a conformidade com as diretrizes da instituição e avaliaram os factores que influenciam a sua utilização.Este é um estudo retrospectivo observacional de 12 semanas de avaliação da utilização dos cateteres urinarios em todas as admissões no serviço de urgencia do hospital em estudo.
Foi observada a razão para a colocação, a presença da ordem de um médico para a sua colocação, o envolvimento do médico, idade e o sexo do doente.
Dos 4.521 pacientes avaliados, 532 (11,8%) tinha uma algália. Destes, 371 (69,7%) com indicação de acordo com as directrizes, e 312 (58,6%) com ordem de um médico documentada. Cerca de 41% foram algaliados sem indicação de acordo com as directrizes da instituição.
A idade média dos pacientes que tiveram uma algália sem a indicação correcta foi de 71,3 ± 18,8 anos, dos indivíduos com indicação foi de 60,0 ± 22,4 anos (P <0,0001), e os indivíduos que não tiveram uma algália de 56,2 ± 22,6 anos (P <0,0001).
Metade das mulheres com idade ≥ 80 anos que tinha colocado uma algália não tinham uma indicação de acordo com as diretrizes institucionais.
Os autores demonstraram que as mulheres tinham 1,9 vezes mais probabilidade que os homens de ter uma algália sem indicação correcta. Tal como as pessoas com idade ≥ 80 anos tinham 2,9 vezes mais probabilidade do que aqueles de idade ≤ 50 anos, para ter uma algália sem uma indicação adequada.
Este estudo conclui que as mulheres idosas têm maior risco de serem algaliadas sem indicação adequada no serviço de urgência.
Artigo original in: http://www.ajicjournal.org/article/S0196-6553%2810%2900672-3/abstract
Os autores avaliaram a utilização da algálias com a conformidade com as diretrizes da instituição e avaliaram os factores que influenciam a sua utilização.Este é um estudo retrospectivo observacional de 12 semanas de avaliação da utilização dos cateteres urinarios em todas as admissões no serviço de urgencia do hospital em estudo.
Foi observada a razão para a colocação, a presença da ordem de um médico para a sua colocação, o envolvimento do médico, idade e o sexo do doente.
Dos 4.521 pacientes avaliados, 532 (11,8%) tinha uma algália. Destes, 371 (69,7%) com indicação de acordo com as directrizes, e 312 (58,6%) com ordem de um médico documentada. Cerca de 41% foram algaliados sem indicação de acordo com as directrizes da instituição.A idade média dos pacientes que tiveram uma algália sem a indicação correcta foi de 71,3 ± 18,8 anos, dos indivíduos com indicação foi de 60,0 ± 22,4 anos (P <0,0001), e os indivíduos que não tiveram uma algália de 56,2 ± 22,6 anos (P <0,0001).
Metade das mulheres com idade ≥ 80 anos que tinha colocado uma algália não tinham uma indicação de acordo com as diretrizes institucionais.
Os autores demonstraram que as mulheres tinham 1,9 vezes mais probabilidade que os homens de ter uma algália sem indicação correcta. Tal como as pessoas com idade ≥ 80 anos tinham 2,9 vezes mais probabilidade do que aqueles de idade ≤ 50 anos, para ter uma algália sem uma indicação adequada.
Este estudo conclui que as mulheres idosas têm maior risco de serem algaliadas sem indicação adequada no serviço de urgência.
Artigo original in: http://www.ajicjournal.org/article/S0196-6553%2810%2900672-3/abstract
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Bundle para prevenir a infecção nosocomial da corrente sanguinea associada ao cateter vascular central
As recentemente publicadas Guidelines for the Prevention of Intravascular Catheter-Related Infections, 2011 (in http://www.cdc.gov/hicpac/pdf/guidelines/bsi-guidelines-2011.pdf) recomendam a utilização de Bundles para prevenir a infecção nosocomial da corrente sanguínea associada ao uso do catéter vascular central (CVC). O Institute for healthcare improvment propõe cinco medidas de eficácia comprovada na prevenção desta infecção e que se implementadas em conjunto resultam melhor do que implementadas individualmente.
CVC Bundle:
CVC Bundle:
- Higiene das mãos;
- Máximas Precauções de Barreira durante a inserção;
- Antisepsia da pele com Clorohexidina;
- Optimizar o local de inserção do CVC, evitando a femoral para CVC em adultos;
- Rever diariamente a necessidade de manter o cateter, removendo-o prontamente.
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