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terça-feira, 7 de junho de 2011

Prevenção da transmissão de MRSA

As infecções por  Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) ocorrem com mais frequência entre os doentes submetidos a procedimentos invasivos (tais como cirurgia, cateterismos ou ventilação). 

O MRSA é frequentemente causador de infecções potencialmente perigosos, tais como infecções da corrente sanguínea, infecções do local cirúrgico e  pneumonia.

O MRSA dissemina-se facilmente nas unidades de saúde através das mãos dos profissionais de saúde.

As Mãos podem ser contaminadas com a bactéria MRSA após contacto com doentes infectados ou colonizados. 
 



Se não for realizada uma adequada higiene das mãos, 
o MRSA pode disseminar-se através das mãos 
dos profissionais quando tocarem em outros doentes.

Prevenção da transmissão de MRSA. 
Práticas básicas para a prevenção e controlo da transmissão de MRSA: é recomendada para todos os hospitais de agudos.

Componentes de um programa de prevenção da transmissão de MRSA


1.Realizar uma avaliação de risco de MRSA


2.Implementar um programa de monitorização de MRSA


3.Promover o cumprimento das recomendações da Organização Mundial de Saúde para a higiene das mãos 


4.Usar precauções de contacto para doentes colonizados ou infectados por MRSA


5.Assegurar a limpeza e desinfecção dos equipamentos e do ambiente


6.Educar os profissionais de saúde acerca do MRSA, incluindo factores de risco, vias de transmissão, as medidas de prevenção e epidemiologia local



7.Implementar um sistema alerta baseado no laboratório que notifique imediatamente.  

8.Implementar um sistema de alerta que identifique 
doentes colonizados ou infectados readmitidos ou transferidos

9.Fornecer informação sobre o MRSA e sobre as medidas a implementar às partes interessadas como médicos e pessoal de enfermagem



10.Educar os doentes e suas famílias sobre a MRSA, conforme a situação.







Abordagens especiais são recomendados para situações que possam sugerir uma ausência de controle efectivo, apesar da implementação de práticas de base.








sábado, 16 de abril de 2011

Idosas em risco de algaliação desnecessaria nos serviços de urgência

Muitos dos cateteres urinários colocados nos serviços de urgencia podem não ser necessários. 
Os autores avaliaram a utilização da algálias com a conformidade com as  diretrizes da instituição e avaliaram os factores que influenciam a sua utilização.Este é um estudo retrospectivo observacional de 12 semanas de avaliação da utilização dos cateteres urinarios em todas as admissões no serviço de urgencia do hospital em estudo.
Foi observada a razão para a colocação, a presença da ordem de um médico para a sua colocação, o envolvimento do médico, idade e o sexo do doente.



Dos 4.521 pacientes avaliados, 532 (11,8%) tinha uma algália. Destes, 371 (69,7%)  com indicação de acordo com as directrizes, e 312 (58,6%) com ordem de um médico documentada. Cerca de 41% foram algaliados sem indicação de acordo com as directrizes da instituição.



A idade média dos pacientes que tiveram uma algália sem a indicação correcta foi de 71,3 ± 18,8 anos, dos indivíduos com indicação foi de 60,0 ± 22,4 anos (P <0,0001), e os indivíduos que não tiveram uma algália de  56,2 ± 22,6 anos (P <0,0001).  
Metade das mulheres com idade ≥ 80 anos que tinha colocado uma algália não tinham uma indicação de acordo com as diretrizes institucionais.
Os autores demonstraram que as mulheres tinham 1,9 vezes mais probabilidade que os homens de ter uma algália sem indicação correcta. Tal como as pessoas com idade ≥ 80 anos tinham 2,9 vezes mais probabilidade ​​do que aqueles de idade ≤ 50 anos, para ter uma algália sem uma indicação adequada. 
Este estudo conclui que as mulheres idosas têm maior risco de serem algaliadas sem indicação adequada  no serviço de urgência. 
Artigo original in: http://www.ajicjournal.org/article/S0196-6553%2810%2900672-3/abstract

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bundle para prevenir a infecção nosocomial da corrente sanguinea associada ao cateter vascular central

As recentemente publicadas Guidelines for the Prevention of Intravascular Catheter-Related Infections, 2011 (in http://www.cdc.gov/hicpac/pdf/guidelines/bsi-guidelines-2011.pdf) recomendam a utilização de  Bundles para prevenir a infecção nosocomial da corrente sanguínea associada ao uso do catéter vascular central (CVC). O Institute for healthcare improvment propõe cinco medidas de eficácia comprovada na prevenção desta infecção e que se implementadas em conjunto resultam melhor do que implementadas individualmente.
 CVC Bundle:
  • Higiene das mãos;
  • Máximas Precauções de Barreira durante a inserção;
  • Antisepsia da pele com  Clorohexidina;
  • Optimizar o local de inserção do CVC, evitando a femoral para CVC em adultos;
  • Rever diariamente a necessidade de manter o cateter, removendo-o prontamente.
in http://www.ihi.org/IHI/Topics/CriticalCare/IntensiveCare/Changes/ImplementtheCentralLineBundle.htm

sexta-feira, 8 de abril de 2011

New guidelines to prevent catheter-related infections

New guidelines to prevent catheter-related infections

Naomi O’Grady, MD
Naomi O’Grady, MD

Recently, hospital-acquired infections have become an important benchmark of hospital quality and patient safety. Many hospitals are now being required to report patient safety data, and some of this data includes infection rates.
I am proud to announce the release of the updated Guideline to Prevent Intravascular Catheter Related Infections. Clinicians and infection control personnel now have the most recent published information on how to best eliminate these types of infections.


 http://blogs.cdc.gov/safehealthcare/?s_cid=dhqp_017